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Bezerro nasce com três patas no Paraná

Duas horas após nascer, bezerro com três patas consegue ficar em pé. Caso raro foi registrado em uma fazenda localizada em Grandes Rios (PR). Bezerro foi chamado de 'Talismã' e proprietário não quer sacrificá-lo.



Um bezerro de aproximadamente 40 kg nasceu sem uma das patas dianteiras em uma fazenda da cidade de Grandes Rios, na região norte do Paraná. O pecuarista Gilberto Bernini, proprietário da fazenda Rancho da Mata, conta que em mais de 50 anos de pecuária nunca viu, presenciou ou ouviu falar de uma vaca que nasceu com esse tipo de má formação. “Sou filho de produtor rural e nunca tinha visto uma coisa dessas. Até fiquei meio assustado, custei um pouco para acreditar”, diz o pecuarista. Por ser raro na região e na propriedade, o dono deu ao animal o nome de Talismã.

Carrossel para vacas facilita ordenha, manejo e limpeza

Auckland (Nova Zelândia) - Computadores, carrossel, portões automáticos, adesivos e spray com tinta orgânica. Tudo isso faz parte do dia-a-dia dos fazendeiros da Nova Zelândia, país localizado na Oceania e bastante conhecido pela atividade pecuária leiteira.  


                              
E agora, as próprias vacas neo-zelandesas é quem já estão se habituando a tanta tecnologia. "Elas aprendem rápido. Com duas ou três vezes no carrossel, elas já sabem a hora que devem entrar e a hora que devem sair", explica o fazendeiro Murray Shaw, que tem uma propriedade rural no norte de Auckland e há alguns meses utiliza um carrossel de vacas para trabalhar.

A IMPORTÂNCIA DO COLOSTRO NA CRIAÇÃO DE BEZERRAS LEITEIRAS

A oferta do colostro para as bezerras logo após o nascimento é um manejo de extrema  importância no sistema de criação da pecuária leiteira porque está diretamente relacionada  à saúde e ao desenvolvimento das futuras matrizes do rebanho. 


O colostro é o primeiro leite secretado pela vaca após o parto, sendo produzido  aproximadamente por três dias consecutivos. A oferta de colostro para as bezerras recém nascidas é fundamental porque os bovinos e outros ruminantes possuem uma placenta  diferenciada de outros mamíferos. A placenta da vaca não permite a passagem de  anticorpos da mãe para o feto. 

Leite no Deserto: Uso de tecnologia permite laticínios no deserto


A Almarai Co de Riade, Arábia Saudita grande produtor de leite e derivados, com 135.000 vacas e produção mínima de 40 kg/dia vaca, produz sob condições adversas a pecuária leiteira.


No deserto da Arábia Saudita, ao norte da capital saudita, sob um calor de 47 graus apenas os camelos permanecem impávidos ao sol do meio-dia. Seus pastores não estão à vista, refugiados em tendas próximas.


É sem dúvida um lugar difícil para uma fazenda leiteira.Qualquer técnico do setor iria dizer que é um lugar não adequado para uma fazenda leiteira. Mas, num trecho plano de deserto há as fazendas de bovinos de leite e as usinas de processamento da maior produtora de laticínios do Oriente Médio.

Rastreabilidade, uma ferramenta importante nos dias atuais.

Rastreabilidade representa a possibilidade de o consumidor conhecer “a vida pregressa” dos produtos e identificar os possíveis perigos à saúde coletiva a que foram expostos durante a sua produção e distribuição. Esses registros permitem identificar até mesmo a origem das matérias-primas e insumos utilizados na produção.


fonte imagem

O Serviço de Rastreabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos (Sisbov), criado e mantido pelo Ministério da Agricultura, registra e controla todo o processo produtivo da principal fonte de proteína do brasileiro. Já o serviço de Estabelecimentos Registrados no SIF é um aplicativo que permite identificar o frigorífico de origem dos produtos embalados in natura ou dos derivados de origem animal.

Boi inteiro x Boi castrado

Castrar ou não castrar bois? A resposta do pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Gelson Luís Dias Feijó, do laboratório de carcaças, é "não". Pesquisas já realizadas apontam que os mesmos padrões de qualidade de carne e carcaça de animais castrados podem ser obtidos com o abate precoce de animais inteiros. "Se o abate for feito a uma idade inferior a 24 meses (animais com dente de leite), a preferência é por mantê-los inteiros pois, até esse período, não há diferença significativa quanto à qualidade de carne entre animais castrados e não castrados. Animais jovens, inteiros, apresentam carcaça e carne compatíveis com as exigências do mercado", garante Feijó.




Manejo animal

Há algum tempo, em função da deficiência de instalações ou da falta de divisões das propriedades em pastos, a castração era a principal alternativa de controle reprodutivo e uma forma de facilitar o manejo nas fazendas de gado de corte. Era, também, uma forma de evitar distúrbios de comportamento provocados pelo aumento da população em espaço físico reduzido. Mas esses problemas têm sido superados com a maior organização e divisão do espaço e com o abate de animais mais cedo.

CARNE DE LABORATÓRIO

Bom, essa semana saiu na mídia, a sequinte matéria  "pesquisadores criam carne em laboratório", é um fato novo e que chama a atenção de muita gente, o que me intriga nessa história toda  e a justificativa deles que diz mais ou menos assim 

                                                           
"Os cientistas dizem que a carne de laboratório é
necessária "porque a criação de animais para abate não é boa para o meio ambiente, não supre a demanda mundial por comida e também não é boa para os próprios animais"


Mark Post PESQUISADOR CRIADOR
Bom, oque dizer? na verdade eles estão defendendo a sua pesquisa, que não foi barata R$ 760 mil para produzir um único Hambúrguer, imagina quanto irá custar 1 kg de carne, e outra a carne é apreciada no mundo todo por possuir um sabor inigualável, essa carne produzida, não possui gordura, e nós como bons Zootecnistas sabemos bem a sua importância.


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